sábado, 18 de novembro de 2017

Sobre G R A T I D Ã O

“A gratidão desbloqueia a plenitude da vida. Ela transforma o que temos em suficiente e mais. Ela transforma negação em aceitação, caos em ordem, confusão em clareza. Ela pode transformar uma refeição em um banquete, uma casa em um lar, um estranho em um amigo.” ~Melody Beattie




A flower being passed romantically from hand to hand

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

É fundamental educar para os afetos



Andamos stressados, resignados, desligados do amor, quando na verdade não há nada na vida por que valha mais a pena lutar, avisa o psicólogo clínico Eduardo Sá. A pensar em todos nós escreveu «Quem Nunca Morreu de Amor», lançado esta quinta-feira em Lisboa. Os medos são muitos, sim. Mas a esperança no amor tem de ser mais forte.


Uma grande entrevista (aqui) sobre o amor ...



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terça-feira, 14 de novembro de 2017

november roots


A vida tem-me ensinado - todos os dias - que mais importante do que aquilo que ainda não tenho é perceber a sorte de ter tudo o que já tenho; 

Com o tempo tenho aprendido que é inútil lamentar a ausência dos que foram se não aproveitar a presença diária dos que ficaram ; 

A duras penas fui percebendo que não é por ter medo ou receio do que há-de vir que a vida fica mais fácil; 

E, a cada dia, vou-me mentalizando que importa menos quem és aos olhos dos outros e mais aos teus próprios olhos. Cada um nos vê como quer e segundo as suas crenças e expetativas; na verdade cada um nos vê de acordo com o que carrega consigo e no seu coração. Somos por isso, aos olhos dos outros, aquilo que eles querem ver e poucos são, os que realmente vêm a realidade como ela é. Quantas vezes fomos vítimas de interpretações erradas? quantas vezes nos analisaram e tiraram conclusões sobre nós e os nossos atos que nada tinham a ver com a realidade nem com a verdade dos factos? quantas vezes não fomos já julgados por pessoas de má fé? quantas vezes quem nos critica não está apenas a destilar o seu próprio "veneno" e o que  vê em nós é apenas um reflexo da sua própria imagem?

Com o tempo aprendi que não vale a pena tentar convencer os outros de que estão errados sobre nós ou esperar que um dia acordem e mudem para melhor; o ser humano é como é e cada um escolhe o caminho que quer fazer tendo, por isso, que aceitar as consequências das suas escolhas e ninguém pode alterar esta verdade. A única coisa que posso fazer é VIVER de acordo com as minhas convicções e, à luz daquilo em que acredito, procurar a cada dia ser ainda mais feliz. 


Com o tempo tenho aprendido que nem todos precisam gostar de nós (e está tudo bem!);  que, ao longo da vida, haverá sempre quem nos admire, quem nos julgue, quem nos estime, quem nos ignore, quem nos puxe para cima e quem nos tente puxar para baixo, com a mesma força e na mesma proporção, e que não podemos fazer nada quanto a isso a não ser "largar e deixar ir"; que é fundamental aprender a ESTAR (e a ficar) mais na vida dos que amamos; que saber AMAR incondicionalmente é a resposta para tudo, mesmo nos dias mais difíceis; que QUERER muito com o coração é meio caminho andado para se alcançar o que desejamos e que VIVER, de sorriso no rosto, mesmo que não nos resolva os problemas, torna os nossos dias mais fáceis e o nosso pequeno-mundo mais bonito.



@nnnance





quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Oh Tia dá bolinho?

Dia de Todos-os-Santos. Por aqui o dia em que a criançada sai de porta em porta a pedir "o Bolinho". Gosto de os ver pela rua, a rir e de saquinho na mão. Vão em grupos de todas as idades, dos mais novos aos mais velhos, animados e a falar alto pelas ruas da cidade onde moro, parando aqui e ali para pedir "oh tia dá bolinho?". Tudo serve: bolinhos, doces e claro, se juntarmos umas moedinhas ainda melhor. Nos dias em que calha ao sábado e estou a trabalhar na minha academia de estudos invariavelmente aparecem-me sempre alguns a tocar a campainha. Recebo-os sempre animada (que eu sou pessoa dada a tradições e gosto destes momentos com os mais novos) e em troca do "bolinho" e de acordo com as idades lá disparo umas perguntas de matemática (tabuada aos mais pequenos) e me vou rindo com as saídas "Oh não!!! A senhora é professora de matemática? e logo essa que não percebo nada!" ... de vez em quando também me saem uns "Fixe!! é a minha disciplina favorita!" e a rir lá vou distribuindo doces e incentivos à mistura com raízes quadradas e cálculo mental ...
Este ano porém não trabalhei e, como tal, não houve ninguém a pedir-me o bolinho à porta e tive pena. 
Para que a tradição não se perca e o excesso de doces acumulados por aqui não se instalem na balança cá de casa, quando sair para trabalhar vou levar um saco cheio e distribuir uns quantos  pelos alunos da tarde com a esperança de lhes "sacar" umas respostas certas nas equações e, quem sabe, aumentar a probabilidade de que olhem com um olhar mais doce para a amarga matemática. 




Image I Yellowish I


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Dizem que com o tempo tudo passa. Que o tempo cura tudo, as maiores dores e as mais duras saudades. Não creio que seja absolutamente verdade. Do que tenho por experiência há dores que nunca passarão, há pessoas que nunca esqueceremos e há saudades que serão incontornáveis e que jamais deixaremos de sentir. Podem atenuar-se com o tempo, pode até haver alguns momentos em que na corrida do dia-a-dia nos "esquecemos" temporariamente e sentimos que "adormecemos" a dor mas, passar, assim completamente, não passa. Atenua, mas não passa. Há, por isso, dores que para mim serão eternas e saudades que sentirei até ao último dos meus dias e pessoas de quem sentirei a falta permanentemente.



unsplash


sábado, 21 de outubro de 2017

For each new morning with its light, for rest and shelter of the night, for health and food, for love and friends, for everything thy goodness sends.




Anna Kaisa | @annukaisu

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Dos nossos dias em Madrid

Dançar o tango contigo em plena Plaza Mayor




Quando acordo de manhã é para ser feliz

Eu parei de pedir quando comecei a agradecer todos os dias. Agradecer por poder ajudar as pessoas em troca de um sorriso, por saber dar sem querer nada em troca, por receber tanto ou mais do que aquilo que dou, por poder ver o nascer do Sol, por conseguir contar as estrelas de mil céus que já vi e principalmente por poder acordar todos os dias com a mesma vontade de ser feliz!!
Com o tempo resolvi muitos dos problemas que existiam dentro da minha cabeça... perdoei tudo o que havia para perdoar e pedi desculpa também por todos os erros que cometi. 

Eu não sei qual vai ser o meu futuro, mas sei que aos 45 anos, e apesar de todos os meus dilemas e todas as (minhas) contradições, eu sinto finalmente uma paz que nunca tive e alcancei uma serenidade que nunca tinha experimentado. Por isso, nos dias em que as forças escasseiam ou em que o mundo se tenta virar do avesso para mim, o que eu faço é manter o pé no chão, os olhos no horizonte e repetir baixinho: "cada um de nós tem uma missão. Acordar todos os dias para ser feliz é a tua!"



Eden Hall Cottage Norfolk | @edenhallnorfolk


Créditos imagem)
http://delta-breezes.tumblr.com/post/166509278891





segunda-feira, 16 de outubro de 2017

(Re)Inícios

Com o outono os dias começam a ter outra claridade e exigem uma nova definição de prioridades e uma outra reorganização do tempo. 
Com o outono há mudanças que têm (e devem) ser feitas e há, da minha parte, uma necessidade enorme de fazer planos e começar coisas novas. Não sou como a maioria das pessoas que faz resoluções de ano novo no 31 de dezembro. Para mim, o ano novo começa no outono e renova-se na primavera. Com sentidos e timings diferentes é certo, mas com o mesmo objetivo: recomeçar. Se na primavera planto no outono recolho e planeio. Se na primavera sou mais livre e impulsiva é no outono que me recolho e analiso, que sou mais reservada e introvertida, circunspecta até. 
Este ano, talvez porque o sol e o verão ficaram connosco até mais tarde, houve uma resistência da minha parte para dar início a todas as rotinas que compõem o meu "recomeço" de ano e uma vontade imensa para prolongar o cheiro a mar e a areia nos pés. Acho que só este fim-de-semana percebi que a apatia e a melancolia que trazia comigo nos últimos tempos se devia exatamente a isto: à ausência das minhas rotinas e de tempo para mim. Por isso esta semana, apesar de o sol ainda nos recordar que foi verão até há bem pouco tempo, está na altura de deixar de lado as toalhas de praia e o protetor solar e dar início a todas as coisas que gosto de fazer nesta altura do ano e que me estão a fazer falta. 
É tempo de voltar às minhas rotinas matinais, acordar antes da casa toda, ter tempo para ir correr de manhã, para levar o Artur a passear, para ler e também para andar com este mestrado para a frente.

Vou na boleia do outono. 

Bom dia. Boa semana e bons recomeços.  


Malin Poppy Darcy | @poppyloveyou






sábado, 14 de outubro de 2017

Terminar a semana a respirar fundo. Agradecer aos que são o meu chão, aos que me dão colo e abraços apertados e a todos os que me ajudam a erguer em momentos difíceis. E a esses, e só para esses, repito baixinho "Obrigada"

by admin | Jun 15, 2015 | Best Friend Quotes , friendship quotes , Inspirational quotes , love quotes , quotations | Here are some heart touching Quotes for your Best Best Friends , Remember to ...

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Regressar. Devagarinho.

Passou muito tempo desde a última vez que aqui escrevi. Agradeço cada mensagem que me enviam para saber de mim, cada visita ao blog para saber se voltei a escrever e agradeço ainda todas as palavras simpáticas que recebo. 

Prometo voltar. Devagarinho.



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Eu fui ao ACANAC e sobrevivi às sandes de atum (e a outras coisas mais…)

Recentemente o nosso país foi palco do maior acampamento nacional - o ACANAC que reuniu quase 22 000 escuteiros.
Porque considero o Escutismo um pilar fundamental para a auto-educação da cidadania responsável e participada pensei ser relevante ter no nosso CADERNO DIÁRIO o testemunho de um escuteiro que tenha estado presente neste acampamento.

Fiz o convite a um escuteiro e ele, depois de ter pensado bem sobre o meu convite, aceitou e decidiu escrever e dar-nos o seu contributo e a sua visão sobre o modo como viveu estes dias e a importância deste ACANAC na sua vida de escuteiro.
Chama-se António Miguel Braçais C. ,tem 15 anos, é pioneiro do Agrupamento 1167, Arrabal e é meu filho

Eu fui ao ACANAC e sobrevivi às sandes de atum (e a outras coisas mais…) 
"Para quem não sabe o que é o ACANAC este é o Acampamento Nacional de Escuteiros, que ocorre na Idanha-a-Nova, no verão, de 4 em 4 anos. Este acampamento, que acaba por juntar também escuteiros de outros países, teve a sua 1ª edição em 1926  realizou-se em Aljubarrota e durou 9 dias!! 

O ACANAC deste ano foi o 23º e mobilizou escuteiros de Portugal e de mais 9 países, nomeadamente a Nigéria e Israel, teve como lema o “Abraça o Futuro” e procurou alertar e ativar as nossas consciências para a defesa da “casa comum”. A sua finalidade é aquilo que move todo o movimento escutista “deixar o mundo um pouco melhor” do que aquilo que encontrámos. 

Depois de voltar do ACANAC e de ter colocado o sono em dia, de matar saudades da minha família (e da comida da minha mãe, algo fundamental para mim e para a minha sobrevivência ), foi inevitável fazer um balanço destes dias e refletir sobre esta mega atividade.

Tal como outros escuteiros com quem falei uns dias antes de partir também eu levava grandes expetativas relativamente a este acampamento. Em parte, por tudo o que já ouvira e lera sobre os anteriores e, por outro lado, pelo clima que se ia vivendo durante os preparativos tanto no meu Agrupamento como em casa. No entanto tenho que confessar que por muitas expetativas que levasse e por muito que achasse que ia viver uma grande semana, nada me preparou para o que vivi e, as expetativas, foram totalmente superadas e ultrapassadas. Foi muito melhor e maior do que aquilo que eu podia imaginar. Claro que não foi tudo bom, mas mesmo os momentos mais complicados e difíceis de gerir acabaram por ser positivos pois ensinaram-me muito. De facto, viver 7 dias em comunidade, sujeitos a condições tão adversas como o calor, o sono, pó por todo o lado, a falta da nossa família e das nossas coisas e o cansaço físico que se ia acumulando ao longo dos dias, acaba por se tornar numa verdadeira escola pelo muito que nos ensina e também pelo modo como testa os nossos limites. É preciso ter calma muitas vezes e respirar fundo outras tantas de modo a evitar que o cansaço acumulado interfira nos nossos julgamentos e nas nossas atitudes, tarefa essa nada, mas nada fácil. Continuo a achar que é a tolerância para com o nosso semelhante que é a chave para vivermos bem não só em comunidade como, obviamente, em sociedade.
A minha mãe contou-me que há mais de 40 anos que nenhum presidente da República vinha a um acampamento nosso e logo este ano tivemos a presença do Prof Marcelo Rebelo de Sousa o que acaba por ser uma grande (e justa) homenagem ao escutismo católico em Portugal e a prova de que o nosso movimento tem muita força e um grande valor: já somos perto de 72000 escuteiros em Portugal (e mais de 30 milhões de espalhados pelo mundo inteiro). E porque este ACANAC foi feito de momentos inovadores, soube também antes de partir para o acampamento que aqui o nosso Santuário de Fátima ia enviar (pela primeira vez) a imagem peregrina da Nossa Senhora ao nosso campo e que esta ia ficar permanentemente na nova capela do CNAE. E estes foram apenas alguns momentos que, pelo seu simbolismo, marcaram de forma única este ACANAC e o tornaram logo à partida tão diferente dos anteriores. Se juntarmos a isto o facto de este ter sido o maior acampamento nacional (até agora) por ter conseguido juntar em campo 21 500 escuteiros, trazido por cerca de 400 autocarros e distribuídos por mais de 4000 tendas, num campo com 2 restaurantes, 2 supermercados e uma arena com capacidade para 25 000 pessoas, então já da para termos alguma noção do valor deste ACANAC 2017. 
Ao longo de 7 dias fizemos raides, atividades náuticas, workshops e desportos radicais, cimentámos a nossa formação e trabalhámos juntos pela mesma causa e em torno do mesmo ideal. Ao longo da semana vi entreajuda, vi partilha e vi muita cumplicidade. Surpreendi-me com muitas pessoas, estive em comunidade com um grupo fantástico e cuja amizade quero fortalecer e guardar para sempre. Pelo campo vi construções impressionantes, troquei ideias e vivências e vivi realidades muito diferentes da minha. Foram dias onde todos aprendemos um pouco mais, onde crescemos como pessoas e como escuteiros e tentámos sempre dar o melhor de nós. À noite, quando nos juntávamos na Arena, o que mais me impressionava era olhar para aquela multidão e pensar: “Wow ...Somos tantos!! E eu estou aqui também e faço parte disto tudo!!”. Acho que nem consigo colocar em palavras o que se sente naquele momento quando olhamos à nossa volta e vimos quase 22 000 pessoas a cantar o Hino do ACANAC, a agitar os lenços, a gritar e a viver o mesmo ideal e a fazer parte de algo assim tão grande. Como na última noite, quando dissemos adeus ao campo e aos amigos que fizemos, ao som dos D.A.M.A.: toda aquela energia e toda aquela alegria que ali se viveu é-me impossível de explicar e quantificar. 
Para mim, a maior lição deste acampamento e talvez a mais importante que tirei foi o facto de perceber que todos os caminhos e todos os trilhos que percorremos são muito mais do que apenas esgotamento físico. Caminhar pode trazer-nos dores, cansaço e até vontade de desistir, mas é esse caminho também que nos põe à prova, que testa a nossa força e a nossa resistência e que nos ensina a continuar sem desistir. Ao longo dos raides, aprendemos que em comunidade não podemos agir como se fôssemos “muitos” - tipo cada um por si, mas que temos que agir como se fôssemos “um só” e que cada um de nós é um braço e uma perna importante na sua equipa, que não há ninguém mais nem melhor, que não há ninguém que não faça falta. Todos temos o nosso lugar e todos temos qualidades e defeitos e, por isso, temos que nos apoiar, compreender e ajudar. A nossa equipa é a nossa família e é com ela que podemos contar. A nossa equipa é feita de todos aqueles que estão lá para nós, que nos sabem dar a mão, que nos aceitam como somos, sem críticas e nos ajudam a seguir em frente no nosso caminho. E deste acampamento guardo a ideia de que o nosso caminho não termina no fim de um raid, mas continua para lá dele; porque as marcas físicas podem apagar-se com o tempo, mas um raid deixará sempre outras marcas que lhe sobrevivem e que nunca sairão de nós: a força para lutarmos pelo que queremos, a resistência que criamos para não desistir dos nossos objetivos, o apoio e a ajuda da nossa equipa e a amizade que criamos nos momentos mais difíceis. Estas são as marcas que moldam a nossa personalidade e as nossas vivências enquanto escuteiros e enquanto pessoas e que nunca se apagam. Nem no fim de um loooooongo raid. 
O Chefe Manuel Augusto, Chefe do Acampamento do ACANAC, disse que viver uma experiência como esta deixava marcas profundas em nós e que nos levava a querer ficar mais tempo nos escuteiros e, depois deste ACANAC, só posso dizer que ele tem muita, mas muita razão.
À minha família, aos meus Chefes, à minha equipa e à minha comunidade neste ACANAC 2017, OBRIGADO por terem contribuído para uma das melhores semanas da minha vida. 



António Miguel Braçais C."





quarta-feira, 9 de agosto de 2017

(A) GOSTO 9


"O que incomoda muita gente é a possibilidade de reconstrução que cada um de nós tem. A maior vitória que podemos dar a nós mesmos é a perseverança, o progresso. As versões actuais são melhores que as anteriores. É isso que realmente incomoda essas pessoas destrutivas: olharem ao longe, enquanto nos reconstruímos, mais e melhores, imunes à sua existência. Lambemos e curamos as feridas, mas não as esquecemos. Usamo-las, como se fossem uma armadura que nos protege das maldades do passado. E guardamos em nós essa verdade, que por vezes ainda pode doer: as pessoas que nos destroem, nunca serão as mesmas que nos constroem."

PedRodrigues





terça-feira, 11 de julho de 2017

🖤 *Às vezes sinto que a vida nos exige demais


Aos poucos vimos as pessoas que gostamos tentar voltar à vida ... acolher a realidade ... aprender a viver estes novos dias. Admiro-os à distância. Aos poucos vejo-os tentar recolher os pedaços que sobraram das suas vidas e pergunto-me onde arranjarão forças ... como separarão o dia da noite a partir daqui? Como distinguirão o início do fim, se ao verem partir quem mais amam a vida ficou sem sentido e os dias todos lhes parecerão iguais? 


Olho-os em silêncio. Sento-me no sofá da sala e observo-os. Com imenso respeito. É tão digna a dor quando nos fala de amor. É tão intensa a dor quando o adeus é para sempre.
*[Às vezes sinto que a vida nos exige demais]












sábado, 8 de julho de 2017

RIP

Tinha tudo para ser  um dia bonito. Rumámos até Lisboa depois da Reunião de Escuteiros dos miúdos e tudo indicava que seria (apesar do céu cinzento) um fim-de-semana feliz. A esta hora da manhã era só esse o nosso "problema" e a razão do nosso descontentamento - o cinzento do céu!! 

Não imaginávamos nós, a esta altura, que o acidente que cortara a estrada perto do vosso Agrupamento logo cedo roubara a vida de alguém que nos era querido, um escuteiro como vocês, um menino, 20 anos apenas... 
De repente tudo mudou. O sábado parou. O dia ficou triste e sem sentido. o sol que veio por fim não teve por nós autorização para brilhar... 

Não imagino a dor destes pais. Nenhum pai nem nenhuma mãe deviam ter que assistir à partida de um filho. Devia ser proibido por lei que qualquer pai ou mãe tivesse que passar por isto.

Eras um bom escuteiro e um grande miúdo. Dos melhores. 








quarta-feira, 5 de julho de 2017

* viciada






Espreito pela janela e o dia está feio... não parece verão. De alguma maneira o tempo parece estar solidário comigo e se não posso ir à praia pelo menos o sol não aparece para me fazer inveja.

Viciada nesta música boa. Melhor companhia enquanto se orientam os trabalhos para a faculdade.

Bom Dia





terça-feira, 4 de julho de 2017

CUMPRIMENTE A TODOS, CONFIE EM POUCOS E NÃO DEPENDA DE NINGUÉM


"Quem de nós nunca foi completamente ignorado ao passar rente a um colega, a um conhecido, a alguém que já conversou conosco, já passou um tempo na nossa companhia e, portanto, já sabe o nosso nome? Não dá para entender por que certas pessoas fingem que não conhecem os outros, se é insegurança, medo sabe-se lá de quê, problema de visão, distração excessiva, ou pura e simplesmente soberba gratuita mesmo. Sentem-se superiores ou inferiores, afinal? Vai entender…"
Infelizmente acontece muito. Pessoas que sem mais nem menos passam a tratar-nos com indiferença sem que se entenda porquê ou que só nos falam em "determinadas" circunstâncias  )
normalmente essas pessoas são frágeis, carentes, pobres de coração e princípios e com muito baixa auto-estima... quando isso acontece lamento muito .... mas lamento mais por elas que por mim!! 

(ler o artigo completo aqui)