sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sobre mim ...

«Não sei onde me nasce tanta vontade e tanta dedicação. Não sei de onde me nasce este pulso firme pelo que acredito. Não sei de onde me nasce este ímpeto de me dar ao mundo. (…)
Não é que ache a minha presença extraordinária. Mas se há coisa que precisamos de aprender é a olhar para o nosso brilho e reconhecer o caminho percorrido. Bater palmas à nossa coragem e seguir por aí de peito cheio. Não de arrogância. Mas de amor por quem somos. Por quem nos tornámos. Sabendo que podemos: ser quem queiramos.
Acredito nisto com tanta força, que não me queixo do que de mau vivo à minha volta. Dirijo toda a minha energia para investir no mundo em que quero viver. Até conseguir.»








terça-feira, 16 de maio de 2017

Sobre este e outros dias ...

Nem sempre arranco a semana com o mesmo espírito e força de vontade (mas tento!). Nem sempre temos colegas de trabalho (ou estudo) cordiais e sensatos. Nem sempre os dias são fáceis de respirar. Há pessoas que gostam de complicar, que fazem do simples ato de aprender uma luta de interesses, um "tudo ou nada"... Na verdade, passem os anos que passarem continuamos a assistir à competição desenfreada, à crítica fácil, ao preconceito infundado... Continuamos a ter as prioridades mal definidas e os valores que norteiam as relações (ou deviam nortear) ainda não estão assentes naquilo que mais importa. Não é o que os outros nos podem dar que importa nem são as "vantagens" que "certas" amizades nos podem trazer que interessam... o que interessa realmente é o que posso eu dar de mim aos outros, o que posso eu fazer hoje para ser mais feliz e de que modo posso contribuir para tornar o contacto dos outros comigo mais agradável e alegre. Em dias não fáceis valem-me os meus alunos, os seus sorrisos e os seus abraços e a sua visão feliz, e desempoeirada, da vida.




segunda-feira, 15 de maio de 2017

Ainda sobre o último fim-de-semana


Garantiram a nossa segurança e foram de um profissionalismo e de uma simpatia ímpares. Momentos como estes foram uma constante...






F a m i l y

O meu lugar mais seguro, o meu porto de abrigo, os que me conhecem por dentro e por fora, os que estão lá, sempre, os que me amparam e dão a mão, a força invisível que me segura e não deixa cair. 

Somos poucos. Somos mesmo muito poucos. Mas somos grandes na alma e no coração. 


13 de maio


Este fim de semana foi, como para todos os portugueses, épico. Não me refiro só ao Benfica nem ao nosso Salvador Sobral (que nos encheu o peito de orgulho) mas também à visita do Papa Francisco e do que significou para nós, que moramos em Fátima, ter os 2 santos mais novos da história no altar da nossa Basílica. Por aqui a excitação começou dia 12. Como em todos os dias 12 não houve aulas e então, em conjunto, decorámos varandas, recolhemos flores e assistimos da nossa janela aos grupos que iam chegando a Fátima. Visivelmente cansados, mas com uma força que só quem é peregrino entende de onde vem, cantam e rezam à Virgem "mais brilhante que o sol". Alguns batem palmas por terem conseguido chegar, outros choram e abraçam-se e eu comovo-me sempre. Sempre. Depois das varandas decoradas fomos para a rua, para o meio da multidão, para podermos guardar lugar e sentir de perto todas estas emoções. Ali, na nossa rua, passaria Francisco e eu, que nunca tinha visto um Papa ao vivo, parecia uma criança aos pulinhos, excitada e indecisa sobre qual seria o melhor lugar para o ver de perto. Durante 3h ali fiquei com o meu filho mais velho, colados às grades que nos separavam da estrada. Ficaríamos outras tantas horas se fosse preciso. Valeu a pena. Valeu tanto a pena. Com toda a serenidade, de sorriso nos lábios, acenando a todos nós com alegria (apesar do cansaço da viagem e da idade) este Francisco cativou todos os que ali estavam só para o ver de perto e acenar. Dali seguiu para a Capelinha das Aparições onde o aguardavam milhares de fiéis e 150 crianças dos nossos colégios. Rezaram juntos. Respeitaram o silêncio que pautou o diálogo entre Francisco e a Mãe de Deus e, no fim, puderam abraçar carinhosamente o Papa que há tanto aguardavam. "Nunca mais vou esquecer este dia" dizia a minha filha. Foram momentos tão bonitos quando ele se aproximou deles e foi invadido por tantas mãos pequeninas e por tantos abraços. O que gosto mais nele (para além de tudo o que já me fazia admirá-lo) é a simplicidade com que se aproxima dos mais pequeninos. O olhar dele ilumina-se,fica feliz, deixa-se tocar e abraçar. Francisco olha cada um deles com imensa ternura. Olha-os nos olhos e sorri porque reconhece neles e na pureza dos seus corações um pedacinho do céu. Nessa noite assisti, com os meus filhos, à procissão das velas mais bonita de todas. Milhares de luzinhas, de lágrimas, de sorrisos, de pedidos, de agradecimentos iluminaram esta noite. Não consigo traduzir o que senti e o que ainda sinto. Não há palavras. O amor é uma equação com variáveis infinitas. Não há uma maneira certa de o escrever nem de o dizer. Vagueei pelo Santuário até às 1h30 e só não fiquei mais tempo porque começou a chover e o cansaço tomou conta de mim. Fiquei todo o tempo que pude porque quis "sentir" aquela força que só quem é peregrina, e vive o milagre do sol no coração, tem.  
No rosto de centenas de pessoas, com quem me cruzei naquele recinto, li a fé, a dor, as lágrimas mal contidas, a esperança e o amor... tanto amor e tanta gratidão. E quando os nossos olhares se cruzavam havia entre nós um entendimento profundo que dispensava palavras... Porque é também ali, naquele lugar, que quando preciso de paz o silêncio me encontra e traz consigo todas as respostas que me fazem falta. É também ali, que quando a vida me troca as voltas, eu peregrina, me ajoelho aos pés de Maria e me reconcilio comigo e com o meu coração. 


Entre tantas fotos possíveis e vídeos que podem ser vistos aqui deixo apenas esta (tirada pela minha filha) ... porque diz tudo.






domingo, 7 de maio de 2017

Porque isto da maternidade não é uma corrida ao pódio

Numa altura em que tanto se debate a maternidade e o significado de ser mãe (com todas as falhas, erros e acertos próprios da tarefa em si) fica o texto sempre lúcido de Isabel Saldanha.


"A minha mãe não é a melhor mãe do mundo. Eu, não sou a melhor mãe do mundo. E talvez um dos conselhos mais sensatos que eu tenho para dar às minhas duas irmãs que esperam bebé, é que elas não serão as melhores mães do mundo. Isto da maternidade não é uma corrida ao pódio.

Ninguém nasce diplomado. E mesmo aquelas que têm uma ideia fixa do que querem ser quando forem mães, não imaginam metade das variáveis que não dominarão no "fazer bonito" da função. E depois há todo o património negativo, entenda-se com isto, os pequenos senãos, uns quantos traumazinhos imputados e umas memórias que serviram de débito à adolescência em muita folha de diário. Mas mesmo o que nos faltou, tem uma importância tremenda no que somos. E uma mulher com uma boa auto estima tem grandes possibilidades de vir a ser uma mãe com menos culpa. Nunca se falou tanto sobre o tema, nunca a sociedade pareceu estar tão de acordo com a vulnerabilidade, equidade, fragilidade e outros “ades” da tarefa. Nunca houve tanto fórum, discussão aberta e frase de incentivo à customização individual da maternidade. E nunca vi as mães tão preocupadas como agora. Eu não sei se sou boa mãe, tenho ideia que sim. Mas não vou depender de uma caneca do dia 7 de Maio, nem de um desenho amoroso que o pai as obrigou a fazer, para acreditar nisso. Mesmo sabendo o quanto me enche cada gatafunho. 
Porque se depender disso, quando elas chegarem à adolescência altiva, e precisarem dos meus traumas, para lhes justificar as falências de carácter nas relações amorosas, estou lixada. Vão se as certezas de uma vida em esforço num esgar de acne e mau feitio. Ser mãe é uma aprendizagem contínua de uma responsabilidade tremenda. Um ser em formação educa a formação de um ser. Tem tudo para dar torto, e de uma forma ou de outra, sobretudo da nossa, a maioria das vezes, dá certo. E mesmo quando às vezes penso, que se voltasse atrás mudava algumas coisas, rio-me, porque não seria eu. Não faria esse esforço, nem teria essa capacidade. Elas vão ter que se contentar com esta mãe e eu vou-me contentado com as minhas filhas. E o nosso amor será um elogio à verdade de nós mesmas, mesmo naqueles dias nublados"




segunda-feira, 6 de março de 2017

Depois de uns dias na Madeira é preciso regressar às nossas rotinas. Começar, de novo, os dias cedo e em modo mais acelerado, retomar os meus trabalhos, as minhas leituras e a vida de todos os dias. Por muito que me saiba bem sair e espairecer, admito que os regressos são sempre igualmente bons, que voltar às minhas coisas e às minhas pessoas me traz um sentido único de pertença e que é bom, muito bom estar de volta. 


quarta-feira, 1 de março de 2017


‘’se queres ver o mundo inteiro à tua altura, tens de olhar p’ra fora sem esquecer que dentro é que é o teu lugar’’. [jorge palma]



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Para esta segunda-feira (como reflexo de toda uma vida)


«My philosophy is: 

It’s none of my business what people say of me, and think of me. 

I am what I am, and I do what I do. 

I expect nothing, and accept everything. 

And it makes life so much easier.»




imagem (fonte: homewardblog)


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017


Cada vez mais acredito que nada na nossa vida acontece por acaso e que ninguém cruza o nosso caminho sem um motivo e uma razão. Tudo, mas mesmo tudo, tem um propósito. Cada momento que vivo ou cada pessoa que chega à minha vida trás consigo um motivo e uma razão. Muitas vezes não compreendemos nem sabemos porquê... e às vezes nem sequer pensamos nisso mas hoje, quando olho para trás, dou por mim a pensar que é verdade. Que muitas coisas que me aconteceram menos boas foram a chave para tudo o que de bom depois ia chegar, que foram as pessoas que mais me magoaram que me fizeram valorizar as que melhor cuidam de mim, as que nunca me falharam, as que estão sempre cá para mim. Fazemos parte de um plano maior. Não estamos aqui sozinhos, por nossa conta e risco e muito menos por acaso. Tudo faz parte de um plano perfeito mesmo com dias imperfeitos. 







segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Há segundas-feiras mais fáceis que outras e arranques de semana mais tranquilos que outros. Hoje foi uma segunda-feira atípica. Começou bem mas entortou para o fim do dia e estava a ver que não se recompunha. Há dias melhores e dias piores. Há dias alegres e outros assim-assim. Mas tudo faz parte do caminho e entre uns e outros aprendemos a confiar em nós, na nossa bússola-interna e no nosso coração que é a medida certa e justa de cada atitude que tomamos. 
Há dias que tinham tudo para correr bem mas depois se perderam e se diluíram num mar de pequenas e boas intenções. Hoje foi um dia destes... uma segunda-feira que podia ter sido fácil, que tinha tudo para ser fácil mas que não foi.



domingo, 5 de fevereiro de 2017

Desta semana e de muitas outras


Esta foi uma semana igual a muitas outras. Predominou o trabalho, predominaram as coisas boas próprias de quem faz o que gosta e é feliz, mas predominou também o cansaço. Não sei se é um cansaço físico e real ou se é apenas um cansaço inverniço, próprio desta época que me rouba as energias e o entusiasmo. 

Desejei toda a semana que chegasse o fim-de-semana porque acreditei que esses dois dias chegariam para colocar toda a minha vida em dia... mas infelizmente isso não aconteceu!! 
Assim sendo arranco a semana apenas com o sono em dia mas com tudo o resto na mesma... atrasado e caótico. 

Resta-me desejar que esta segunda-feira traga consigo o sol que preciso para arrancar cheia de força e com mais energia esta nova semana que se aproxima.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

“We all have mountains to overcome.”


De cada dia guardar só o que faz bem. De cada dia guardar apenas as lições que merecem ser guardadas, levar connosco apenas quem é importante e a verdadeira essência das coisas boas. 


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

hello monday

Arrancamos mais uma segunda-feira a dever largas horas à cama e ao descanso. O fim-de-semana passou muito rápido e não deu para nada. Falhei em todos os planos que tinha feito para me organizar e organizar o trabalho que tinha em mãos. Assim, começo esta segunda-feira com a sensação de dever não cumprido e o peso na consciência de que poderia ter feito mais ou pelo menos melhor. 
Espera-me então uma grande e loooonga semana, testes dos alunos, dos filhos, imensas fichas de trabalho para organizar para os meus alunos, muitas horas de trabalho pela frente e infindáveis trabalhos da faculdade (meus) pendentes e em atraso. Tenho todos os dias a sensação de que o tempo me foge das mãos e de que mal chega para metade do que preciso. Os dias voam, parecem-me apenas um par de horas e como se não bastasse, no final do dia de hoje, ainda tenho que correr para o dentista para colocar o aparelho nos dentes da pequena Maria, rezar para que não haja atrasos e para que tudo corra bem logo à primeira e chegar a horas do Karaté do mais velho. Em menos de nada são horas de jantar e vem-me aquele sentimento de que o dia voltou a passar muito depressa, depressa demais. (são tão giras as segundas-feiras, não são?). 



domingo, 22 de janeiro de 2017

Janeiro é um daqueles meses que me traz sempre alguma ansiedade e nostalgia. É o mês que me parece maior (apesar de ter 31 dias como Março e Maio, embora destes dois eu tenha sempre saudades e a sensação de que passam depressa demais ... ).
De Janeiro guardo sempre poucas recordações e poucos acontecimentos marcantes. É um mês que parece não ter fim e que antecede um outro, do qual acho que gosto ainda menos: Fevereiro!! A única coisa boa é que os dias estão a começar a ficar maiores e que, tirando o frio, temos tido um inverno de pouca chuva e cheio de luz e sol. 





Imagens: grace--upon--grace 



terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Das resoluções que não tenho para 2017!


do ano velho trago a pessoa que sou e ao ano novo que ainda agora começa acrescentei apenas sonhos e 365 novos dias numa agenda nova, em branco. Não quero ser uma nova pessoa!! Não quero mudar nada em mim, não quero uma vida nova e pretendo que o novo ano continue exatamente igual ao ano velho! Quero continuar a ter comigo tudo e todos os que já tinha antes e nada mais desejo que a paz deste último dezembro ou o calor do último agosto. Não quero que mude nada!! Não quero resoluções de nenhum dia 31, não preciso de mudanças e desejo apenas que janeiro seja uma continuação das coisas boas de todo o ano passado!! Há certezas na minha vida que não pretendo mudar e rotinas seguras que não quero perder!! Por mim pode ficar tudo igual! Quero continuar a ir trabalhar todos os dias -feliz- porque trabalho no melhor sítio de todos, quero rir com as mesmas pessoas de sempre porque fazem parte do melhor de cada dia e quero poder continuar a almoçar todas as quartas-feiras - na melhor pregaria da cidade- que tem os melhores pregos de todos! Para 2017 SE FAZ FAVOR sai um ano novo igualzinho ao velho, sem resoluções tontas de última hora, para eu poder continuar a abraçar as mesmas pessoas de sempre que agradecia também que não mudassem e ficassem iguais ao que já eram porque na verdade eu gosto é de vocês assim!!



terça-feira, 27 de dezembro de 2016

hello new year

Longes vão os dias de Natal ... Caminhamos, ainda em festa, para o final de mais um ano. 

2017. Se somarmos os dígitos (e eu sou pessoa muito ligada à numerologia) este ano remete-nos para o número 1, algo francamente positivo para quem acredita em numerologia, senão vejamos. 

Um ano 1 significa um tempo de inícios, que acena com a possibilidade de se seguir assertivamente rumo a um objectivo. É o momento de tomar nas mãos o leme da vida, de ter controle das situações, eliminar os medos e enfrentar os obstáculos de peito aberto. Outro sentido atribuído a um ano 1 é o de “renascimento”, pois este ano costuma impor à sociedade que dê atenção aos valores que realmente importam, fazendo-os emergir e renascer. Um ano 1 costuma também trazer-nos um sentido maior de responsabilidade onde cada um de nós é convidado a fazer a sua parte, para a construção de um mundo melhor.

E é só isto que eu desejo. Que 2017 seja um ano de muitos inícios, de recomeços, de renovação e renascimento. Breve começamos a preparar-nos para o receber. Passamos em retrospectiva 2016. Avaliamos o que mudámos, as metas atingidas, os sonhos ainda não concretizados. É tempo de os recuperar. De os reescrever. É tempo de voltar a pegar no lápis e escrever o futuro que desejamos. Novas metas, novas ideias, novos hábitos. É tempo de agradecer. É tempo de corrigir. E que 2017 venha sereno e em paz e nos traga tudo aquilo que aquilo que mais precisarmos.





quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

tão isto que podia ser sobre mim*

«Se há vida que já deu grandes voltas, foi a minha. Já passei de lá de cima até ao fundo do poço. Em todos os sentidos!!! Emocional, financeiro, de saúde! Já tive inclusive momentos em que lambi o fundo do poço nos três campos ao mesmo tempo. 
Em todos os momentos entreguei a minha vida. Em todos os momentos eu soube que não ia ser mau para sempre. 
É verdade que houve alguns momentos em que gritei lá para cima:
- NÃO EXAGERES C@€A/$€!!!!! Houve alguns [bastantes] momentos em que me apeteceu mandar tudo à merda. Mas nunca o fiz, porque sempre O senti ali. Todos os dias, mesmo quando Ele não me estava a mostrar aquilo que eu queria, eu chegava ao fim do dia e agradecia-Lhe. Agradecia pelas lições, por ter chegado ao fim de mais um dia (e faltar menos um para chegar onde gostava), agradecia o que houvesse de bom. E houve dias em que me esforcei bastante para encontrar alguma coisa boa para agradecer. Nesses dias agradecia por ter acordado e por ter abraçado os meus filhos. 
Aos poucos fui tendo muito mais coisas para agradecer. Porque coisas boas trazem coisas boas e gratidão traz felicidade. 
Em todos os últimos anos eu agradeci! Mas sempre com alguns pedidos na manga para o ano seguinte. 
Este ano, pela primeira vez em muito tempo, agradeço apenas. Mas não da forma humilde em que agradecia as poucas coisas boas que tinha. Este ano agradeço de coração cheio. Agradeço empanturrada de coisas maravilhosas. 
E se para chegar aqui, o caminho era aquele, então entregaria tudo de novo, exactamente da mesma forma.»





Ir sempre em frente... com o sol no coração e a certeza de que agora já nada depende exclusivamente de ti... Confiar no caminho que fizeste e do quanto lutaste para aqui chegar... 
Fechar os olhos, sorrir e acreditar naquela frase que diz: "Daqui para a frente, É entre Ti e Deus "


o inverno chegou

Hoje, teremos o dia mais curto e, consequentemente, a noite mais longa do ano. A partir de hoje, os dias começarão a crescer e caminharemos em direção ao Equinócio onde me aguarda a Primavera! Com a chegada do inverno chega também um tempo novo. Uma renovação antecipada com promessa de dias maiores! Com o inverno aprendemos a aguardar. Com inverno adquirimos a serenidade, a calma e a certeza de que, como em tudo na vida, há um tempo para esperar e um tempo para tudo acontecer, há um tempo para plantar e outro para recolher, há um tempo para compreender e outro para aprender a perdoar!